Há sempre uma razão para viver. Podemos elevar-nos acima da nossa ignorância, podemos olhar o nosso reflexo, como o de criaturas feitas de perfeição, inteligência e talento. Podemos ser livres! Podemos aprender a voar!
(Richard Bach "Fernão Capelo Gaivota")

sábado, 27 de setembro de 2008

No Vento

Livres são os pensamentos,

fragmentos de sonhos em transe

lamento da minha fraqueza,

de gritar suavemente o meu ser.


Sabes o quanto é ser livre?

sabes o quanto é se ser?

sabes o quanto perdes por ter?

sabes o quanto perdes por reteres?


Lamento fraco da minha alma,

uma exigência crua e fria em mim,

no voo do vento vou diluindo

mas sei que a vida não tem fim.


Preso me encontro em mim,

esperando que me libertes,

confia em mim se quiseres,

o amor é ser arte do criador.


Amor é um quadro de fantasia,

amor é imaginar ser livre do ter,

amor é uma música de sedução,

amor é ter asas e poder voar até ti.


Quem me dera poder dizer,

o quando libertaria,

o quanto libertava,

a arte de criar para além do universo.


O selo da liberdade é afinidade,

o selo da afinidade é a confiança,

o selo da confiança é o amor,

o selo do amor é vida, porque o amor é tudo.


Sabes o que é o amor?

onde estão os gestos de amor,

no voo do vento procuro,

amar para lá dos limites.

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