Há sempre uma razão para viver. Podemos elevar-nos acima da nossa ignorância, podemos olhar o nosso reflexo, como o de criaturas feitas de perfeição, inteligência e talento. Podemos ser livres! Podemos aprender a voar! (Richard Bach "Fernão Capelo Gaivota")
que a uma família ou geração Mais do que a uma passado Que a uma história ou tradição Tu pertences a ti Não és de ninguém Mais do que a um patrão A uma rotina ou profissão Mais do que a um partido que a uma equipa ou religião Tu pertences a ti Não és de ninguém
Vive selvagem E para ti serás alguém Nesta viagem
Quando alguém nasce Nasce selvagem Não é de ninguém
Quando alguém nasce Nasce selvagem Não é de ninguém De ninguém
Todas as cartas de amor são Ridículas. Não seriam cartas de amor se não fossem Ridículas.
Também escrevi em meu tempo cartas de amor, Como as outras, Ridículas. As cartas de amor, se há amor, Têm de ser Ridículas. Mas, afinal, Só as criaturas que nunca escreveram Cartas de amor É que são Ridículas. Quem me dera no tempo em que escrevia Sem dar por isso Cartas de amor Ridículas. A verdade é que hoje As minhas memórias Dessas cartas de amor É que são Ridículas.
Os ventos que às vezes nos tiram algo que amamos, São os mesmos que nos trazem algo que aprendemos a amar. Por isso, não devemos chorar pelo que nos foi tirado, Mas sim aprender a amar o que nos foi dado, Pois tudo aquilo que é realmente nosso, nunca se vai para sempre.